De todas as mil e duas teorias e definições sobre a Web 2.0, a que eu acho uma das mais fortes é a Web “tornada pública“. Pode ser o RSS das últimas notícias do Times, a API dos mapas do Google ou a biblioteca de padrões de elementos de interface do Yahoo!. Tornar público é o que cria essa nova fase (é o que expande e foca o espectro da informação) e o que torna a Web uma plataforma. O alcance público desses novos serviços e aplicativos que estão identificados com o conceito 2.0 ainda é discutível (o Yahoo! possui mais de 180 milhões de usuários únicos, o Flickr possui 1,5 milhões de usuários registrados), mas a expensão de desenvolvedores e de acesso a esses novos serviços e aplicativos é um fato. O mais importante é a permissão de uso público, de maneira pró-ativa e regularizada, e o que está decorrendo daí – os aplicativos, as comunidades e as formas mais objetivas de informação. Se a máxima que diz que “the information wants to be free” tiver qualquer fundamento dhármico (dica: TEM!), os valores intrínsecos da Web 2.0 estão bem encaminhados.
“Tornar público” e as versões da Web
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